
Depois de uma semana longa e muita espera, finalmente chegou sexta-feira, um dia longo de trabalho e aula.
Chegando em casa depois da faculdade é hora de arrumar as malas e partir para o litoral, começamos pelo indispensável (long, leash, parafina, bermudas de surf, protetor solar) e depois o resto (roupas e demais itens necessários).
Depois de preparar o carro para a viagem, acomodar as bagagens e prender as pranchas é só embarcar e curtir o passeio.
O clima já melhora, o stress da semana começa a desaparecer, o rádio ligado só com músicas que já vão colocando a galera no ritmo de praia e do surfe. Sem pressa para chegar na praia, a conversa rola solta, chimarrão e muita risada.
Depois de 40 minutos de viagem um flash “bah esqueci a mochila com o long em cima da cama”, amanhã não pode fazer frio. Neste momento já fico desesperado, penso em dar meia-volta, mas já eram 1:30h da madrugada se voltar vamos ter que abastecer novamente e vamos acabar chegando na praia quando estiver amanhecendo, o que comprometeria o surfe de todos no dia seguinte. Pronto agora comprometi meu final de semana de surfe, pois agora no outono a água geralmente é fria, assim o banho vai ser de no máximo 20 minutos e não vou aproveitar mais nada.
Alguns minutos depois do susto lembro que o resto do pessoal vai para a praia no sábado pela manhã, e com isso posso pedir que tragam para mim o meu outro long que deixei emprestado para o meu primo, beleza, agora já tem a luz no fim do túnel, no sábado pela manhã tenho que avisar o meu primo que vão passar na casa dele para pegar o long e depois de combinar com ele, pedir para que o pessoal passe lá para fazer essa mão para mim.
Com essa luz o humor já volta ao normal e a viagem começa a ser curtida novamente, só pensando em acordar cedo no sábado para ver como vai estar o mar e a temperatura da água, afinal não sei que horas o pessoal vai chegar na praia.
Chegando na praia depois de descarregar o carro é só arrumar as coisas e descansar bastante para o banho do dia seguinte.
Às 6:30h o despertador toca, levanto bem descansado e pronto para ver as condições de surfe, na passada pela cozinha pego um pão para me acompanhar até a beira da praia e para começar os preparativos para o surfe. Pego a bicicleta na garagem e vou pedalando até a praia, chegando lá para verificar as ondas e temperatura da água.
As ondas estavam com aproximadamente 0,5 metros e com uma formação boa, e a temperatura estava ótima para um banho no pêlo, mais quente do que em muitos dias do verão e o mar sem corrente.
Volto correndo para agilizar a galera e o café para dar o banho o mais cedo possível.
Depois dos preparativos começa a correria para ir para a água, muito protetor solar pois o sol está forte e com o tempo que vamos ficar na água torna o filtro solar indispensável.
Já no primeiro banho a gurizada fez a festa e curtiu bastante as ondinhas, depois de 2:30h horas de surfe e muitas ondas, a fome bateu, pronto vamos reabastecer, pois na tarde tem mais.
Na tarde as ondas permaneceram com mesmo tamanho e formação, neste segundo banho o nível de stress já tinha ido ao mínimo possível e ainda tínhamos mais os dois banhos do domingo.
Na noite a galera exausta do surfe não se animou muito para agitar e fazer alguma coisa, depois da janta e de duas cervejas o negócio mesmo é dormir.
Domingo às 6h a gurizada já estava pilhada para o surfe, o café pronto e muita correria para o banho, pois o vento ainda não tinha entrado e o negócio é aproveitar, pois quando o nordeste entra o mar fica mais balançado, e o negócio é curtir um marzinho liso.
Chegando na praia tomamos um susto, a praia com muita gente para esta época, um torneio de pesca em pleno outono. Sem problemas então em direção ao centro para achar um lugar onde o pessoal do campeonato não esteja pescando e fazer a festa.
As ondas quebravam nos coquinhos, ainda com os 0,5 metros de sábado, mas abrindo bastante, o que garantiria a nossa diversão. Incrível aquela bancada ali nos proporcionou muitas ondas boas e algumas vacas perigosas e outras tantas muito engraçadas, além do crowd básico nos dias de ondas boas no Pinhal.
O banho rolando a gurizada estava “a toda”, pegando uma onda atrás da outra e fazendo aquela gritaria de felicidade por poder desfrutar daquele momento.
Uma das vacas mais bonitas eu consegui ver nos mínimos detalhes, a onda abriu de esquerda e eu posicionado mais para a direita de um amigo que estava posicionado para esta onda, quando ele começou a remar para entrar na onda(uma das maiores do domingo pela manhã, devia ter 1,0 metros), o irmão dele gritou “tu é maluco”, pois como estávamos nos coquinhos uma embicada naquela onda seria perigo de prancha quebrada e algum ferimento feio. No momento que o meu amigo que tentava pegar aquela onda viu a forma que ela cavou, só pude perceber a cara de pavor dele ao perceber que estava embicando, neste momento ele jogou a prancha para o lado e antes de começar a cair ela passou voando sobre a cabeça dele. A onda estourou e quando vimos que estava tudo bem com ele, a gargalhada foi geral, daquelas risadas de doer as bochechas. Nestes momentos devíamos ter uma máquina fotográfica para registrar os acontecimentos e depois poder compartilhar com os outros.
Passadas 2 horas de banho fomos todos almoçar e recarregar as energias para o banho da tarde que ainda prometia muita diversão.
Para comemorar os momentos, nada mais apropriado do que um belo churrasco, com arroz e uma salada de maionese, tudo para que tenhamos os nutrientes necessários para uma boa recuperação e aproveitar o próximo banho.
Depois de almoçar e descansar por 1 hora, começamos novamente os preparativos do banho final, depois de tudo acertado voamos para o mar.
O banho da tarde foi mais tranqüilo, só a nossa turma dentro da água, ao menos naquela bancada que aproveitamos pela manhã. O mar estava um pouco mais balançado, pois o nordestão tinha chegado. As ondas mais uma vez ajudaram a galera e conseguimos fechar um final de semana de ondas pequenas mas com boa formação e muito divertimento. O banho durou aproximadamente 2:40 minutos e foi o bastante para garantir uma semana de trabalho e correria com muita tranqüilidade e alegria.
A volta da praia para Porto Alegre foi tranqüila e rápida, mais triste do que a ida, mas na segunda-feira a realidade começa.
Chegando em casa depois da faculdade é hora de arrumar as malas e partir para o litoral, começamos pelo indispensável (long, leash, parafina, bermudas de surf, protetor solar) e depois o resto (roupas e demais itens necessários).
Depois de preparar o carro para a viagem, acomodar as bagagens e prender as pranchas é só embarcar e curtir o passeio.
O clima já melhora, o stress da semana começa a desaparecer, o rádio ligado só com músicas que já vão colocando a galera no ritmo de praia e do surfe. Sem pressa para chegar na praia, a conversa rola solta, chimarrão e muita risada.
Depois de 40 minutos de viagem um flash “bah esqueci a mochila com o long em cima da cama”, amanhã não pode fazer frio. Neste momento já fico desesperado, penso em dar meia-volta, mas já eram 1:30h da madrugada se voltar vamos ter que abastecer novamente e vamos acabar chegando na praia quando estiver amanhecendo, o que comprometeria o surfe de todos no dia seguinte. Pronto agora comprometi meu final de semana de surfe, pois agora no outono a água geralmente é fria, assim o banho vai ser de no máximo 20 minutos e não vou aproveitar mais nada.
Alguns minutos depois do susto lembro que o resto do pessoal vai para a praia no sábado pela manhã, e com isso posso pedir que tragam para mim o meu outro long que deixei emprestado para o meu primo, beleza, agora já tem a luz no fim do túnel, no sábado pela manhã tenho que avisar o meu primo que vão passar na casa dele para pegar o long e depois de combinar com ele, pedir para que o pessoal passe lá para fazer essa mão para mim.
Com essa luz o humor já volta ao normal e a viagem começa a ser curtida novamente, só pensando em acordar cedo no sábado para ver como vai estar o mar e a temperatura da água, afinal não sei que horas o pessoal vai chegar na praia.
Chegando na praia depois de descarregar o carro é só arrumar as coisas e descansar bastante para o banho do dia seguinte.
Às 6:30h o despertador toca, levanto bem descansado e pronto para ver as condições de surfe, na passada pela cozinha pego um pão para me acompanhar até a beira da praia e para começar os preparativos para o surfe. Pego a bicicleta na garagem e vou pedalando até a praia, chegando lá para verificar as ondas e temperatura da água.
As ondas estavam com aproximadamente 0,5 metros e com uma formação boa, e a temperatura estava ótima para um banho no pêlo, mais quente do que em muitos dias do verão e o mar sem corrente.
Volto correndo para agilizar a galera e o café para dar o banho o mais cedo possível.
Depois dos preparativos começa a correria para ir para a água, muito protetor solar pois o sol está forte e com o tempo que vamos ficar na água torna o filtro solar indispensável.
Já no primeiro banho a gurizada fez a festa e curtiu bastante as ondinhas, depois de 2:30h horas de surfe e muitas ondas, a fome bateu, pronto vamos reabastecer, pois na tarde tem mais.
Na tarde as ondas permaneceram com mesmo tamanho e formação, neste segundo banho o nível de stress já tinha ido ao mínimo possível e ainda tínhamos mais os dois banhos do domingo.
Na noite a galera exausta do surfe não se animou muito para agitar e fazer alguma coisa, depois da janta e de duas cervejas o negócio mesmo é dormir.
Domingo às 6h a gurizada já estava pilhada para o surfe, o café pronto e muita correria para o banho, pois o vento ainda não tinha entrado e o negócio é aproveitar, pois quando o nordeste entra o mar fica mais balançado, e o negócio é curtir um marzinho liso.
Chegando na praia tomamos um susto, a praia com muita gente para esta época, um torneio de pesca em pleno outono. Sem problemas então em direção ao centro para achar um lugar onde o pessoal do campeonato não esteja pescando e fazer a festa.
As ondas quebravam nos coquinhos, ainda com os 0,5 metros de sábado, mas abrindo bastante, o que garantiria a nossa diversão. Incrível aquela bancada ali nos proporcionou muitas ondas boas e algumas vacas perigosas e outras tantas muito engraçadas, além do crowd básico nos dias de ondas boas no Pinhal.
O banho rolando a gurizada estava “a toda”, pegando uma onda atrás da outra e fazendo aquela gritaria de felicidade por poder desfrutar daquele momento.
Uma das vacas mais bonitas eu consegui ver nos mínimos detalhes, a onda abriu de esquerda e eu posicionado mais para a direita de um amigo que estava posicionado para esta onda, quando ele começou a remar para entrar na onda(uma das maiores do domingo pela manhã, devia ter 1,0 metros), o irmão dele gritou “tu é maluco”, pois como estávamos nos coquinhos uma embicada naquela onda seria perigo de prancha quebrada e algum ferimento feio. No momento que o meu amigo que tentava pegar aquela onda viu a forma que ela cavou, só pude perceber a cara de pavor dele ao perceber que estava embicando, neste momento ele jogou a prancha para o lado e antes de começar a cair ela passou voando sobre a cabeça dele. A onda estourou e quando vimos que estava tudo bem com ele, a gargalhada foi geral, daquelas risadas de doer as bochechas. Nestes momentos devíamos ter uma máquina fotográfica para registrar os acontecimentos e depois poder compartilhar com os outros.
Passadas 2 horas de banho fomos todos almoçar e recarregar as energias para o banho da tarde que ainda prometia muita diversão.
Para comemorar os momentos, nada mais apropriado do que um belo churrasco, com arroz e uma salada de maionese, tudo para que tenhamos os nutrientes necessários para uma boa recuperação e aproveitar o próximo banho.
Depois de almoçar e descansar por 1 hora, começamos novamente os preparativos do banho final, depois de tudo acertado voamos para o mar.
O banho da tarde foi mais tranqüilo, só a nossa turma dentro da água, ao menos naquela bancada que aproveitamos pela manhã. O mar estava um pouco mais balançado, pois o nordestão tinha chegado. As ondas mais uma vez ajudaram a galera e conseguimos fechar um final de semana de ondas pequenas mas com boa formação e muito divertimento. O banho durou aproximadamente 2:40 minutos e foi o bastante para garantir uma semana de trabalho e correria com muita tranqüilidade e alegria.
A volta da praia para Porto Alegre foi tranqüila e rápida, mais triste do que a ida, mas na segunda-feira a realidade começa.
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